O mercado de investigação particular infelizmente atrai golpistas que se aproveitam de pessoas em situação de vulnerabilidade emocional. Conheça os golpes mais comuns e saiba como se proteger.
Golpes mais comuns
1. Venda de conversas de WhatsApp
Golpistas afirmam que podem "clonar" ou "espelhar" o WhatsApp do parceiro e vender as conversas. Isso é crime (invasão de dispositivo, art. 154-A do Código Penal) e, na maioria dos casos, é simplesmente uma fraude — eles pegam o dinheiro e desaparecem.
2. Aplicativos espiões "milagrosos"
Sites que vendem aplicativos que prometem monitorar outro celular sem acesso físico. Esses apps geralmente são vírus, roubam seus próprios dados ou simplesmente não funcionam.
3. Detetives sem registro
Pessoas que se apresentam como detetives mas não possuem CNPJ, não emitem contrato nem nota fiscal, e cobram valores irrisórios. Sem estrutura profissional, não há garantia de resultado nem de sigilo.
4. Pagamento total antecipado
Golpistas exigem pagamento integral antes de iniciar qualquer trabalho e depois somem. Um profissional sério trabalha com contrato formal e condições de pagamento transparentes.
Como se proteger
Para evitar cair em golpes, verifique o CNPJ da empresa no site da Receita Federal, exija contrato formal com escopo de trabalho detalhado, peça nota fiscal, pesquise avaliações e depoimentos reais, desconfie de promessas de resultados garantidos, e nunca forneça dados pessoais sensíveis sem verificar a legitimidade da empresa.
Denuncie golpes
Se você foi vítima de um falso detetive, registre um Boletim de Ocorrência e denuncie. A Holms Detetive trabalha com total transparência e legalidade.
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